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terça-feira, 20 de novembro de 2012

PEC goleia e só precisa de um empate para chegar à decisão

Foto: Felipe Carvalho



O Poker/PEC manteve o excelente desempenho apresentado durante todo o Campeonato Estadual de Futsal na primeira partida das semifinais. A equipe goleou o Cabo Frio por 6 a 1 (Daniel, Igor, Pedro, Sixel, Jaiminho e Roger contra para os petropolitanos, com Rodrigo descontando), nesta segunda-feira (19), no Ginásio Pedrão, em Teresópolis.

Com o resultado, o Poker/PEC necessita de um simples empate no segundo jogo, no próximo sábado (24), às 11 horas, no mesmo local. Caso perca no tempo normal, haverá prorrogação de dez minutos e a equipe serrana tem a vantagem do empate por ter feito a melhor campanha durante a fase de classificação.

O time de Petrópolis não quis saber de brincadeira. Partiu para cima do adversário e buscou decidir o jogo desde o início. Daniel abriu o placar com pouco mais de três minutos de partida, depois de tabelar com Jaiminho. Logo depois, Igor ampliou, após passe de Rogério. Pedro fez mais um, em contra-ataque, e Sixel, em jogada individual, marcou o quarto. O time da Região dos Lagos diminuiu no finalzinho da primeira etapa, com Rodrigo.

Logo no início do segundo tempo, Guti chutou forte e a bola desviou em Rézer, enganando o goleiro do Cabo Frio. Na súmula, o gol foi marcado para o capitão da equipe, Roger. O Poker/PEC diminuiu o ritmo, mas ainda encontrou espaço para ampliar nos últimos minutos, com Jaiminho, que aproveitou uma desatenção do adversário.

O ala Jaiminho, autor do sexto gol, garante que o Poker/PEC ainda pode melhorar para o segundo jogo da semifinal:

– A equipe se portou muito bem, foi segura, mesmo quando pressionada. Mas o time tem que acertar alguns pontos que errou nesta primeira partida, ajustar a marcação e impor uma maior velocidade. 

O Poker/PEC iniciou a partida com Rogério, Jaiminho, Daniel, Sacha e Sixel. Depois entraram Vinícius, Pedro, Arilson e Guti. Técnico: Paulo Mussalem.

A arbitragem foi de Dario Barbosa Barbério e Rodrigo Ferreira de Souza.


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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

PEC bate o Botafogo e assume a liderança do Estadual de Futsal 2012

O goleiro Rogério foi o melhor jogador em quadra. Ele Fez importantes defesas e ainda sofreu a a falta que originou o segundo gol do PEC.


O Ginásio da UCP, em Petrópolis, ficou cheio nesta sexta-feira (12), feriado de Nossa Senhora Aparecida. O torcedor petropolitano, especialmente o torcedor do Poker/PEC, encarou o frio e a chuva para ver o time da casa encarar o Macaé/Botafogo, em jogo válido pela quinta rodada do Campeonato Estadual de Futsal. Em quadra o maior campeão da competição e o atual detentor do título.

E quem foi ao a quadra no Bingen, não saiu decepcionado. Passou frio, mas viu o time treinado por Paulo Mussalém vencer por 2 a 1 (gols de Sacha e Sixel. Gabriel descontou para o Botafogo). Com a vitória o PEC assumiu a liderança do Estadual de Futsal 2012. Com 10 pontos, o PEC igualou o Cabo Frio, que também possui 3 vitórias. Porém a equipe petropolitana possui um jogo a menos e marcou mais gols (20 contra 17). O Macaé/Botafogo segue em terceiro.

O Jogo

O clima frio ficou só do lado de fora do ginásio, na quadra o clima estava muito quente. Nos primeiros minutos do jogo o time da casa começou abafando adversário, marcando a saída de bola e arriscando chutes contra o gol do goleiro Diogo do Macaé/Botafogo.

Enquanto o Poker/PEC mantinha em quadra o quarteto inicial (Jaiminho, Pedro, Daniel e Sacha, no gol Rogério) o Botafogo manteve por pouco tempo a formação com Mancha, Gabriel, Maçarico e Pelé. O Técnico do Macaé/Botafogo, Malafaia, optou por revesar seus jogadores em quadra colocando praticamente todos que estavam disponíveis no banco eem quadra, tentando confundir o PEC.

Mais concentrado na marcação e mais veloz nais saídas, o PEC tinha mais posse de bola e mais volume de jogo. E ainda tinha Pedro, responsável pela armação das principais jogadas da equipe. Foi na base da força, que o Macaé/Botafogo começou a equilibrar o jogo, que foi ficando mais "pegado". Pedro e Daniel eram os que mais sofriam com a marcação dura do time visitante.

Mas a velocidade do PEC acabou prevalecendo. Em uma erro de uma saída de bola da equipe alvinegra, Jaiminho roubou a bola e lançou para  Sacha na esquerda, que bateu cruzado, abrindo o placar aos 6 minutos do primeiro tempo. O técnico Paulo Mussalém aproveitou para colocar em quadra Guti e Sixel, sacando Jaiminho e Sacha.

Mas a reação do Botafogo não demorou a acontecer. O PEC diminuiu a pegada na marcação e dois minutos depois de ter aberto o placar, viu o ala Gabriel igualar o marcador, após falha na marcação da equipe petropolitana.

O PEC ainda chegou a voltar a quadra com a formação inicial e seguiu pressionando o Botafogo até o fim do jogo. Faltando dois minutos para fim da primeira etapa, Pedro chutou cruzado e acertou a trave.

Jaiminho é expulso, mas PEC resiste a pressão do Botafogo

O segundo tempo começou da mesma maneira que terminou a etapa anterior: o PEC pressionando um Botafogo recuado, que apostava no contra-ataque e nas entradas mais duras, sem conseguir furar o bloqueio da equipe Serrana.

Nos quatro primeiro primeiros minutos de jogo apenas o PEC havia chutado a gol. o Botafogo perdia a bola por ter uma saída de jogo lenta. A história da partida quase mudou a favor do Botafogo. Em um dos contra-ataques alvinegros Jaiminho entrou de forma dura e foi punido com o segundo cartão amarelo, em seguida o vermelho. O PEC que pressionava o adversário, passou a te um homem a menos em quadra e foi o Macaé/Botafogo quem passou a ditar o ritmo do jogo.

Pelé foi quem comandou o bombardeio contra o gol de Rogério. Foram seis chutes a gol (três de Pelé). Mas em dia inspirado, o goleiro da equipe petropolitana fez boas intervenções e defendeu pelo menos quatro chutes perigosos. 

Enquanto isso, desesperado do lado de fora da quadra, Sixel, que aguardava o término dos dois minutos para entrar em quadra, reclamava da demora e acabou levando cartão amarelo. Mas quando o camisa 9 entrou em quadra e o PEC voltou a ter quatro jogadores na linha, a situação de jogo voltou a se normalizar. O PEC voltou a ter domínio das iniciativas e o Macaé/Botafogo recuou de novo para apostar nos contra-ataques.

Rogério volta a ser protagonista

Vendo o time do Macaé/Botafogo recuado e sem opções de passe, o goleiro Rogério resolveu partir para o ataque com a bola e carregou até a entrada da área, onde sofreu falta. Daniel foi para cobrança. O camisa 5 rolou para Sixel, que só teve o trabalho de empurrar para o gol, deixando o PEC novamente à frente no placar, 2 a 1.

O técnico Fernando Malafaia sacou o goleiro Diogo e apostou em Vitão para atuar como goleiro-linha. O PEC se limitou a recuar e suportar a pressão do adversário para assegurar a vitória. E por mais que o Macaé/Botafogo insistisse, não conseguia furar a defesa do time da casa. Quando conseguia, o goleiro Rogério aparecia para fazer boas defesas. E assim seguiu até que o juiz apitasse o fim da partidada.

Abs,
Vinícius Ferreira




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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Imperial sub-17 busca a vaga na final fora de casa




O Imperial sub-17 entra em campo às 13h deste domingo (2), no estádio Leão do Sul para enfrentar o Barra Mansa pelo segundo jogo da semifinal do campeonato carioca série BC juvenil. A equipe petropolitana ficou no empate em 2 a 2 no primeiro jogo e agora precisa de uma vitória para garantir a vaga na grande decisão.

A primeira partida foi muito equilibrada e terminou com a igualdade, um novo empate leva a disputa para os pênaltis, porém, na equipe petropolitana o pensamento é um só, vencer. “Nós temos condições de conquistar a vitória e estar nessa final. Fizemos uma boa campanha na competição e agora é a hora de confirmar tudo que foi feito ao longo deste ano e alcançar o objetivo principal”, destacou o treinador Cebolinha.

O técnico ainda acredita que será um jogo muito difícil para os dois lados. “Os dois times precisam da vitória, por isso, vai ser uma partida complicada, quem errar menos vai sair com a vaga e nós estamos preparados para conseguir”, finalizou.

O Imperial tem uma das melhores defesas da competição e conta com o bom  retrospecto fora de casa na segunda fase, quando levou apenas dois gols longe de seus domínios.

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segunda-feira, 9 de abril de 2012

É essa a solução para o Flamengo?





O rubro negro carioca vive um inferno astral. No ano passado tinha um time forte, organizado, que chegou a figurar na ponta da tabela do campeonato Brasileiro. Foi o ano da chegada de Ronaldinho Gaúcho, que até decidiu em alguns jogos importantes e sejamos justos, mesmo não sendo o craque do Barcelona (o que ninguém esperava que fosse, pois já não era no Milan) ao menos continuava mostrando a qualidade técnica que o consagrou em passes e momentos de lucidez.

O tempo passou, a temporada acabou e a diretoria liderada por uma presidente que parece não ter a mínima ideia do que está fazendo ficou para trás. Fiada na filosofia do "Flamengo é Flamengo", a diretoria demorou demais para reagir quando o contrato de Thiago Neves estava acabando. Ele que não é bobo viu no rival carioca um projeto mais estável (especialmente uma diretoria mais estável) e pulou fora do barco antes que fosse tarde. A perda foi sentida, nos bastidores e em campo.

Passou a mão na cabeça de Ronaldinho quando este mostrava desinteresse, era destaque nas colunas sociais pelas noitadas. Luxemburgo corretamente queria puni-lo. Mas, Patrícia e Cia preferiram demitir Luxa. Sem técnico e sem reforços de peso o time não convencia, não era o mesmo de 2011.

Demorou para reforçar o time. Trouxe dois bons nomes, especialmente Love (o melhor jogador do Flamengo hoje). Mas precisava ter feito mais contratações. Repor a saída de Thiago, um meia para dividir a responsabilidade com Ronaldinho, já que Botinelli (que é bom) não é o suficiente.

Parece óbvio que a Libertadores seria um sofrimento. O Fla não está eliminado, mas caso seja e caia nas finais da Taça Rio, o resultado será previsível. Um resultado vislumbrado no final do ano passado. Nítido para todo mundo disposto a enxergar.

A torcida, a imprensa também, culpa o Ronaldinho. Mas a culpa é exclusivamente dele? Ronaldinho não quer mais jogar bola isso é claro. Pra mim a maior diferença do R10 do Barça e do Fla está no sorriso. Antes ele ria dentro de campo e era compenetrado, tímido fora. O Ronaldinho do Fla é o oposto. Infelizmente! Mesmo não sendo flamenguista assisti alguns jogos do Fla (em 2011) na esperança de vê-lo (R10) ter lampejos do gênio que já foi.

Mas se tem um culpado nessa história é a diretoria do Fla. Pensa só no marketing, no quanto ainda pode vender com R10. Não o repreende nem cobra dele, com medo de que parta para um clube árabe, americano ou chinês, uma atitude que se espera de um ídolo. A culpa é da diretoria que fica inerte diante de um time que não convence e que transformou o torcedor do flamengo em um sofredor.

Me arrisco a dizer que, se a coisa continuar assim, no Brasileirão a briga será para não cair. Até lá acho que R10 terá saído fora.

E diante desse prognóstico, da crise ('apagada' com uma vitória sobre o rival Vasco com gols de R10), a solução é a chegada de Adriano?! Outro que não quer mais saber de jogar bola. Ele mesmo já 'parou'. E devia ter ficado na aposentadoria, se era pra voltar e mostrar que não quer mais nada.

O Flamengo é maior do que isso tudo, pela imensa torcida que tem, pelos fans que prestigiam o time e que comeram as vitórias, mesmo que sejam paliativos, e repetem em coro que "Flamengo é Flamengo", mesmo quando não tem sido.

O Flamengo precisa voltar a ser Flamengo, para alegria de seus torcedores e dos rivais também. Afinal tem mais valor uma vitória sobre um grande Flamengo do que sobre um time em crise.


Abs,
Vinícius Ferreira
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