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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Precisou de uma campanha soberba para Mano fazer justiça



Não foram poucas as convocações de Mano Menezes que tiveram a ausência de Fred e Cavalieri criticadas. A imprensa e os fãs batiam na tecla, mas o treinador desconversava e inventava desculpas mil para justificar (a inexplicável) ausência dos dois melhores jogadores do Campeonato Brasileiro 2012. Apenas ficava de fora o artilheiro e o goleiro menos vazados, os dois protagonistas do líder do campeonato que sozinhos decidiam jogos.

Foi necessário...

- Estar perto de bater a melhor campanha da história dos pontos corridos (com 20 times, recorde do São Paulo em 2006 é de 78. O Flu tem 76 e pode chegar a 85); 
- Vencer o Brasileirão com três rodadas de antecedência;
- Ter a melhor defesa;
- Ter o melhor ataque;
- Estar 10 pontos a frente do segundo colocado;

... para que o Mano entendesse a injustiça que estava cometendo? 

Restam poucos jogos antes da Copa das Confederações. Se entrarem em campo contra a Argentina, Fred e Cavalieri terão oportunidade única de garantir presença nas próximas convocações. Terão de ser excepcionais, assim como foram durante todo o ano, para provar que merecem estar lá e ainda terão de dar sequência no clube para não se desconvocarem.

Ao que parece, Mano convocou ambos a contragosto, contrariado quando não tinha mais argumentos para não fazê-lo. E qualquer motivo pode ser uma desculpa para levar nomes como Cássio e Luiz Fabiano. Não sendo injusto com o arqueiro corinthiano e o artilheiro são paulino, mas em 2012 o ano foi de Cavalieri e Fred.

Além de Cavalieri e Fred, outros três nomes do Campeoão Brasileiro estão na lista: Thiago Neves, Jean (outra justa lembrança) e Carlinhos. Confira a lista completa:



Dessa lista ainda levaria Gum no lugar de Durval e Ronaldinho no lugar de Fellype Gabriel. Pensando no time base da Copa das Confederações, hoje enxergo time ideal (mantendo o esquema tático que Mano vem usando) formado por: 

Goleiro: Diego Cavalieri - Fluminense (Jeferson - Botafogo e Diego Alves)

Lateral-direito: Daniel Alves - Barcelona (Rafael - Manchester United)
Lateral Esquerdo: Marcelo - Real Madrid (Carlinhos - Fluminense)

Zagueiro-direito: Thiago Silva - PSG (David Luiz - Chelsea)
Zagueiro-esquerdo: Dedé - Vasco (Rever - Atlético-MG)

Volantes: Paulinho - Corinthians (Arouca - Santos)
                 Ramires - Chelsea (Jean - Fluminense)

Meias: Kaká - Real Madrid (Ronaldinho - Atlético-MG), 
             Oscar - Chelsea (Thiago Neves - Fluminense)

Atacantes: Neymar - Santos (Lucas - São Paulo), 
                   Fred - Fluminense (Hulk - Zenit)  

Abs,
Vinícius Ferreira

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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Mano volta a convocar Kaká, mas segue sem chamar Fred e Diego Cavalieri. O Flu agradece



Mano Menezes anunciou, nesta terça-feira (30), sua nova convocação da seleção brasileira, desta vez para o amistoso da sua equipe com a Colômbia, no dia 14 de novembro, em Nova Jérsei, nos Estados Unidos. 

Mais uma vez deixou de fora da seleção brasileira dois dos principais destaques do campeonato brasileiro: O goleiro menos vazado e o artilheiro da competição. Muito tem se falado em biarra com Fred, cabeça dura em testar um novo goleiro, mas, para mim, dessa vez prevaleceu o bom senso. Desfalcar o líder do campeonato de seus dois principais jogadores no momento nas rodadas finais da competição seria um prejuízo enorme. 

Além da ausência dos jogadores do Fluminense, destaque para o retorno de Kaká, que se destacou nos dois amistosos que fez em seu retorno à amarelinha após dois anos. Com isso, Mano Menezes mantém a base que foi bem na última reunião da seleção, nos amistoso contra Iraque e Japão no começo deste mês. 

Novamente, o técnico evitou interferir no Campeonato Brasileiro, com apenas um jogador por clube que ainda disputa algo relevante dentro do torneio. Dos 21 chamados, apenas oito atuam no Brasil. 

Os jogadores "nacionais" defenderão seus clubes na 35ª rodada, no fim de semana dos dias 10 e 11 de novembro. Em seguida, na segunda-feira (12 de novembro), eles embarcam para os Estados Unidos para jogar na quarta (14), retornando já na quinta (15). Portanto, não perderão jogos do Campeonato Brasileiro, apenas da Copa Sul-Americana. 
Esta convocação, no entanto, não é a última da seleção no ano. O Brasil ainda vai a Buenos Aires em 21 de novembro para o segundo jogo do Superclássico das Américas contra a Argentina. Desta vez, a seleção terá só atletas que atuam no país, ainda não definidos por Mano. 
A chamada sem grandes surpresas reforça a ideia de que o time ideal do Brasil deve ter Kaká, Oscar, Neymar e Hulk na frente e Paulinho e Ramires dando sustentação como volantes. Kaká, em especial, volta a ser lembrado mesmo sem quase ter entrado em campo pelo Real Madrid desde então, mostra do quanto ele foi bem em seu retorno.
Fora de campo, a presença de Kaká também foi muito elogiada. O experiente meia do Real Madrid desviou as atenções de Neymar e Oscar e mostrou naturalidade no trato com os companheiros, muitos dos quais ele sequer conhecia. A convivência nos primeiros dias deu a ele o posto de provável líder da seleção ao lado de Thiago Silva.
Agora ele terá a chance de comprovar essa condição no último amistoso do ano para Mano Menezes e companhia, ao menos com a seleção completa. Depois do jogo com a Colômbia, o Brasil enfrentará a Argentina no Superclássico das Américas, em Buenos Aires, no dia 21 de novembro, desta vez apenas com aqueles que atuam no país.  
Confira a lista completa abaixo:





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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Com gols de Neymar e Kaká Brasil vence o japão

Dupla voltou a mostrar futuro promissor na seleção. Agora é ver como o time se sai contra adversários de peso.



Nesta terça-feira (16), Neymar mostrou mais uma vez porque com apenas 20 anos é considerado craque. À vontade, o garoto liderou o Brasil na vitória por 4 a 0 sobre o Japão, no estádio Miejski, na Breslávia, na Polônia. Ele fez dois gols, Paulinho e Kaká marcaram os outros.

Além dos gols marcados, Neymar mostrou amadurecimento e a importância tática que tem para o time. O atacante não se limitou a dribles e contra-ataques, mas também apareceu para criar jogadas, deu passes desconcertantes e abriu o jogo nos momentos mais complicados. Contou, é verdade, com a ótima ajuda de Kaká, outro que fez uma grande partida diante dos japoneses.

Mais solta contra adversários que propõe um jogo mais ofensivo, como foi o caso do Japão, a 
Seleção completou seis jogos seguidos com vitória. A última derrota foi na final das Olimpíadas, para o México, em Wembley. De lá para cá, o time de Mano Menezes ganhou de Suécia, África do Sul, China, Argentina, Iraque e Japão. Nesse período, sofreu duras críticas no Brasil, mas encantou os europeus nos últimos dias.

O próximo desafio da seleção brasileira será contra a Colômbia, no dia 14 de novembro, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Depois disso, no dia 21, com um time formado apenas por jogadores que atuam no Brasil, a Seleção faz a decisão do Superclássico das Américas com a Argentina, em La Bombonera, em Buenos Aires.

Fonte: Globoesporte.com

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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Jornal "Olé": "Anulamos o Brasil" - Argentinos transformam apagão em piada

E ontem no superclássico das Américas os argentinos pregaram uma boa peça.... pelo menos na Tv Globo que ficou bem perdida quanto ao que fazer para tapara o buraco na programação. Nem imagino o nível de irritação da CBF com a AFA e as discussões que isso ainda vai render. O título em si era apenas decorativo, pura fanfarronice e ninguém nos dois países leva o troféu realmente a sério. Os maiores prejudicados mesmo foram os jogadores, principalmente aqueles que ainda lutam apara conquistar uma vaga no time principal.

Thiago Neves (que ia ser titular com a 10) e Arouca (que muita gente queria ver como titular nesse time) além de outros nomes que ainda buscam um chance de mostrar serviço.

O jornal Olé da Argentina ironizou a situação e brincou com a situação na manchete do diário esportivo:

“Anulamos o Brasil”. O jornal ainda completa: “Não se viu eles em campo. Pelos cinco defensores que Sabella colocou em campo? Não: o clássico foi suspenso por falta de luz no Chaco. Que papelão!”, informou. 

Confira a Capa:


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Kaká cai nas graças da torcida do Real que quer o brasileiro titular



Em enquete realizada pelo site do jornal "Marca" da Espanha, da capital Madrid, a torcida do Real Madrid se mostrou bastante empolgada com as últimas duas apresentações do meia Kaká com a camisa merengue. a primeira com os três gols no amistoso sobre o colombiano Millonários (jogo vencido por 8 x 0 pelo real) e a mais recente (e infinitamente mais relevante) a participação decisiva na vitória sobre o Ajax pela segunda rodada da Champions League (onde o brasileiro teve atuação destacada, com dribles, finalizações e passes para deixar os companheiros na cara do gol, em uma delas convertida em belo gol de Benzema).

Para 60% (dos mais de 10 mil torcedores que votaram na enquete) Kaká já deve ser titular no superclássico contra o Barça. E agora Mourinho? Vai continuar com a implicância?

E no Brasil? Será que ainda cabe espaço para tanta desconfiança?
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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Thiago Neves pode ser titular contra a Argentina




O jogo contra os hermanos é nesta quarta-feira (3). Todo mundo esperava que Mano mantivesse o time titular que derrotou a Argentina no primeiro confronto (fora claro Luis Fabiano, cortado por lesão). 

O assessor de imprensa da seleção, Rodrigo Paiva, surpreendeu todo mundo ao anunciar que o meia do Flu iria para a entrevista coletiva (o que normalmente acontece apenas com os titulares) e Paiva ainda disse: “Não estou trazendo ele à toa.”

Reserva no primeiro jogo (dia 19 de setembro, em Goiânia), Thiago despistou sobre a titularidade.

“Ele (Mano Menezes) não comentou. Já venho me preparando, pude ajudar na virada em Goiânia. Se entrar jogando, vai ser importante. Se ficar no banco, também vou procurar ajudar.”

Damião deve ficar com a vaga de Luis Fabiano

O atacante Leandro Damião, que também apareceu na sala de imprensa do Centro de Treinamento do Corinthians para dar entrevista antes do treino, é outro atleta que vive a expectativa de ser escalado como titular, já que Luis Fabiano, que esteve entre os 11 iniciais em Goiânia, foi cortado por lesão.

“É um sonho mesmo de qualquer jogador estar nesse clássico. Quando nem jogava bola já estava assistindo ao próprio Luis Fabiano, ao Adriano também. Espero poder ajudar com gols. O Mano não decidiu quem vai jogar, mas se tiver oportunidade, vou fazer o máximo possível", disse Damião.

Provável escalação do Brasil contra os hermanos

Mano deve repetir o time titular que derrotou a Argentina no primeiro jogo. A entrada de Thiago parece uma tentativa de dar mais consistência na armação das jogadas e fazer com que o meia atue como no Fluminense, distribuindo passes, ajudando na marcação no meio e encostando no ataque para finalizar. Thiago deve entrar na vaga de Jadson, que foi bem contra a Argentina, mas com a entrada do meia tricolor no segundo tempo, o time ganhou mais mobilidade.

O Flu joga no mesmo esquema que a seleção tem atuado. Um 4-2-1-3. Só que Thiago tem jogado como ponta esquerda revesando com Wellington Nem (que faz a ponta direita). O meia central tem sido Deco.

Na Seleção Neymar e Lucas jogam nas pontas esquerda e direita. Dificilmente Mano sacará os dois. O mais provável é que ele escale Thiago para fazer a função de Oscar (e Jadson no último confronto). Pelo centro, com liberdade para encostar nos pontas e no atacante e fazer a ligação entre os volantes e o ataque, ora ajudando na marcação.


Assim o time titular provavelmente será:

Goleiro 
Jeferson (Botafogo)

Zagueiros 
Dedé (Vasco)
Réver (Atlético-MG)

Laterais                                                
Lucas Marques (Botafogo)                                     
Fábio Santos (Corinthians)

Volantes
Paulinho (Corinthians)
Ralf (Corinthians)

Meia
Thiago Neves (Fluminense)

Atacantes
Lucas (São Paulo)
Neymar (Santos)
Leandro Damião (Internacional)






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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Convocação de Kaká e a chance de reerguer a carreira

Faz tempo que Kaká não veste essa camisa... a última vez foi na Copa do Mundo há dois anos.



Que o técnico do Real Madrid José Mourinho não gosta de Kaká isso parece estar bem claro, mesmo com o brasileiro mostrando que está em forma marcando os três gols no amistoso contra o Millonarios, o técnico português continua ignorando o meia brasileiro que permanece esquentando o banco de reservas.

Assista os gols de Kaká:





Para a sorte de Kaká, que não atuava pela seleção desde a fatídica eliminação na Copa de 2010, contra a Holanda, a seleção de Mano, jovem demais, carece de jogadores de referência que sejam mundialmente "temidos". 

Mano tentou transformar Ronaldinho nesse jogador, mas acabou desistindo. E resolveu então chamar Kaká para ser essa referência. Não é a primeira vez que ele convoca o meia do Real, que da última vez não pôde ir por causa de uma lesão.

Se se sair bem nos amistosos e cair nas graças de Mano, Kaká tem chance de levantar a carreira. De valorizar o próprio passe e voltar a ser desejado pelos grandes clubes da Europa. Não que não seja atualmente. mesmo não atuando no Real, ele ainda desperta interesse, mas tem o incômodo status de aposta de risco.

Não é atoa que ninguém quer pagar nada próximo aos 65 milhões de euros que o real pagou para tirá-lo do Milan. e foi justamente e pedida alta do Real (que quer recuperar ao menos uma parte do investimento) que evitou que ele saísse nessa janela para Milan ou Manchester United.

Essa aqui tem sido raro vê-lo usando também, nessa temporada nem no banco Mourinho tem escalado Kaká.


Caso venha a ganhar espaço na seleção, Kaká pode voltar a ser um "investimento rentável" e não precisará se contentar com clubes como Galatasaray ou qualquer outro que esteja abaixo da qualidade de seu futebol. 

Abaixo a lista completa de Mano: 


Goleiros 



Laterais 



Zagueiros 



Meias 



Atacantes



Superclássico das Américas
Para o jogo de volta do Superclássico das Américas, contra a Argentina, no dia 3 de outubro, em Resistência, a lista será a mesma da partida disputada em Goiânia. O comandante canarinho vai esperar apenas uma avaliação mais detalhada do departamento médico do São Paulo sobre a condição física do atacante Luís Fabiano, que sentiu uma lesão na coxa direita.
Confira abaixo a lista de convocados por Mano para o Superclássico:
Goleiros
Cássio (Corinthians)
Jefferson (Botafogo)
Laterais
Carlinhos (Fluminense)
Marcos Rocha (Atlético-MG)
Fábio Santos (Corinthians)
Lucas Marques (Botafogo)

Zagueiros
Dedé (Vasco)
Rhodolfo (São Paulo)
Réver (Atlético-MG)

Meio-campistas
Arouca (Santos)
Bernard (Atlético-MG)
Fernando (Grêmio)
Jadson (São Paulo)
Lucas (São Paulo)
Paulinho (Corinthians)
Ralf (Corinthians)
Thiago Neves (Fluminense)

Atacantes
Leandro Damião (Internacional)
Luis Fabiano (São Paulo)
Neymar (Santos)
Welington Nem (Fluminense)








 Abs,
Vinícius Ferreira

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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Convocação de Mano hoje pode decidir reta final do Brasileirão




O técnico da Seleção brasileira, Mano Menezes convoca hoje (27), às 15h, no Hotel Sheraton, em São Conrado, Zona Sul do Rio de Janeiro, para os amistosos contra o Iraque (comandado por Zico) no dia 11/10, em Malmo, na Suécia, e para o dia 16 contra o Japão, na Breslávia, na Polônia.

Na reta final do Brasileirão (faltam 12 rodadas), as escolhas de Mano podem decidir o campeonato.Se levar Neymar, Lucas & cia. é certo que vai causar uma chiadeira geral entre os clubes brasileiros. A opção é poupa "atletas brasileiros" (até porque ele já montou uma seleção sói de "brasileiros" para o superclássico das américas) e chamar apenas jogadores que atuam na Europa. O comandante viveu a mesma situação em novembro do ano passado, nos amistosos contra o Gabão, em Libreville, e o Egito, em Doha, no Qatar. Naquela ocasião, apenas “estrangeiros” foram lembrados por Mano.

Caso sejam convocados, os atletas que atuam no Brasil vão perder três rodadas da competição nacional. Jogos importantes, com clubes envolvidos diretamente na briga pelo título, por vagas em competições continentais e contra o rebaixamento. 

Em Goiânia, após a disputa do Superclássico das Américas, contra a Argentina, o diretor de Seleções, Andrés Sanches, afirmou que a CBF iria analisar caso a caso para decidir pela convocação ou não dos atletas que atuam no Brasil.

Vejam em que jogos os Cariocas seriam desfalcados

Fluminense

Pode perder os atacantes Fred e Wellingon Nem, o meia Thiago Neves e o lateral-esquerdo Carlinhos para os jogos 

contra:

(Fora) Bahia no dia 10/10
(Casa) Ponte Preta no dia 14/10
(Casa) Grêmio no dia 17/10

Vasco

Pode perder o zagueiro Dedé contra:

(Casa) São Paulo no dia 10/10
(Fora) Santos no dia 14/10
(Fora) Botafogo no dia 17/10

Botafogo

Pode perder o Goleiro Jeferson e o lateral-direito Lucas Marques contra:

(Casa) Santos no dia 11/10
(Fora) Grêmio no dia 14/10
(Casa) Vasco no dia 17/10

Flamengo

O Fla não tem cedido jogadores à Seleção ultimamente, mas não pela falta de qualidade e sim pela fase. Ainda assim existe a possibilidade de Vagner Love estar entre os convocáveis. Outro nome que vem se destacando no elenco rubro negro e joga em uma posição em que Mano vem fazendo constantes testes é o Lateral-direito 

Wellington silva. Os jogos são contra:

(Fora) Corinthians no dia 10/10
(Casa) Cruzeiro no dia 13/10
(Fora) Portuguesa no dia 17/10

Dá para mensurar quem será o maior prejudicado?

Abs,
Vinícius Ferreira


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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Mano: "No Brasil, o segundo lugar nunca foi absolutamente nada"




Vaiado, chamado de "burro" e ainda tendo de ouvir os gritos da torcida brasileira clamando por "Felipão". Essa tem sido a vida do técnico Mano Meneses, que assumiu a seleção logo após a Copa do Mundo de 2010 e pegou o pepino de ter que renovar a seleção (que já não contava mais com nomes como Ronaldo, Cafú, Roberto Carlos) e ainda preparar o time para disputar uma Copa do Mundo em casa.

O fato é que o Brasil hoje não é a melhor seleção do mundo e mesmo recheada de talentos precisa ganhar forma, padrão de jogo. Ainda faltam dois anos, mas será que Mano sobrevive até lá?

Em 2002, quando o Brasil foi campeão pela última vez, vários técnicos passaram pelo cargo em quatro anos de preparação. Entre eles Luxemburgo e Leão. Sem os resultados esperados e com a pressão da torcida exigindo sempre o primeiro lugar, cabeças rolaram e Felipão assumiu a seleção pouco antes da Copa. E ganhou!

Mano falou dessa pressão em entrevista ao site da Fifa. Leia abaixo:


Em 2010, você migrou da condição de técnico de clube para a de selecionador. Houve algum aspecto desse trabalho que o surpreendeu?
Ainda temos algumas dificuldades de calendário dentro do Brasil, o que dificulta muito a vida do técnico da Seleção. Nem sempre você pode escolher os jogadores que gostaria, e isso é ruim para a equipe. Você às vezes perde um tempo precioso tendo que esperar para fazer algo que, na verdade, pretendia fazer alguns meses antes, por exemplo. A maior dificuldade é a falta de períodos maiores para se estar com os jogadores, porque às vezes você se reúne com o grupo durante 48 horas antes de um jogo e pronto. E isso é um risco, ainda mais quando se está numa fase – como nós vínhamos até aqui – de poucas definições. Tínhamos que escolher um grupo, observar novos jogadores. Não podíamos ficar presos sempre aos mesmos nomes, porque esses provavelmente não estariam em 2014. Então, ter que fazer tudo isso num curto espaço de tempo, com pouca possibilidade de estar com o grupo por períodos mais longos, foi e tem sido ainda a parte mais dura.

Ao contrário de um clube, em que você escolhe seus titulares dentro de um elenco de 25 ou 30 jogadores, na Seleção você tem uma gama enorme da qual escolher. Isso faz com que você possa partir de um ideal seu e, a partir dele, selecionar as peças?
A grande diferença dos clubes, sobretudo no Brasil, é essa: você monta a maneira de jogar, obedecendo às características dos jogadores. Na Seleção, você pode escolher uma maneira de jogar e buscar os jogadores para desenvolvê-la melhor. Claro que existem mudanças de direção no percurso, e você precisa ser sensível a elas – às vezes um jogador em que você não tem tanta expectativa se afirma melhor, por exemplo. Mas a regra básica é essa: você pode escolher como jogar.


E o que significa essa “afirmação”? Limita-se ao fato de o sujeito jogar bem pela Seleção?
É com base em tudo: é importante, além da parte de dentro do campo, você ter ambição, ter objetivos grandes; uma postura grandiosa com relação a estar na Seleção Brasileira. Estamos ocupando agora o lugar que foi ocupado por verdadeiros ídolos nacionais – jogadores e técnicos –, e eles escreveram a história do futebol brasileiro, o mais vencedor do mundo. Então, isso é uma responsabilidade, e saber se portar diante dela significa muito para a Seleção. Isso está ligado diretamente com muitas decisões que tomo.

Esse lado humano, de contato com os jogadores fora do campo, também deve ser muito diferente quando se está num clube ou na Seleção, não? Seu jeito de lidar com o elenco é outro?
É. A abordagem é diferente, porque você é menos íntimo. No clube você é mais íntimo e precisa, aliás, ter essa intimidade para abordar determinados assuntos; para que o jogador tenha confiança em você e se abra para falar de alguns assuntos. Então, os jogadores têm uma carreira dentro de seus clubes, muitas vezes são utilizados de maneira um pouco diferente de como o são na Seleção, em termos de posicionamento tático. E, acima de tudo, a grande diferença é que eles são mais evidenciados em seus clubes. Na Seleção, eles precisam compartilhar essa evidência. Você olha para o lado e vê um jogador que é ídolo em outro clube. Então, você precisa se despir ainda mais de sua vaidade pessoal em nome de um coletivo.

Saber se portar diante (da responsabilidade de jogar pela Seleção) está ligado diretamente com muitas decisões que tomo
Mano Menezes, sobre seus critérios à frente da equipe





Para você, esse sucesso recente da Espanha e do Barcelona é um fenômeno isolado, que só funciona com aqueles jogadores, ou começaremos a ver gente pensando o futebol de um jeito diferente?
Os vencedores sempre são marcantes e influenciam períodos do futebol. Passam a ser referência e, a partir desse momento, alteram o comportamento dos demais, porque são as equipes a serem batidas e, para batê-las, é preciso entendê-las bem. Você certamente não vai copiá-las, porque não tem condições nem necessidade, mas certamente entender seu processo, a dinâmica do jogo, a filosofia... O período durante o qual isso acontece vai ser diretamente proporcional à capacidade dessas equipes de se manterem vitoriosas – o que já vem acontecendo há um bom tempo nos casos da Espanha e do Barcelona -, mas isso também vai ter muito a ver com os nomes que essas equipes têm à disposição nesse período. Isso foi assim em qualquer grande seleção.

Mas, como essa mudança não é exatamente tática e sim de estilo de jogo, de valorizar o toque de bola, ela é ainda mais dependente de se ter jogadores de qualidade, não? 
De fato, essa maneira de jogar não é reproduzível numa mesma proporção se você não tiver as peças adequadas. Certamente, isso vai ser feito numa escala muito menor. Olhando para o Barcelona: eles jogaram de todas as maneiras nesse período; com todas as sistematizações táticas. Fez coisas que você olhava e dizia: “não é possível que, taticamente, eles estão fazendo isso”. E, mesmo assim, a equipe conseguia uma grande supremacia. Isso vai ser possível somente com esse grupo, com aqueles jogadores. Agora, acho que o Barcelona vai manter durante muito tempo a filosofia. Porque, se você ganha de um jeito, isso fica marcado dentro de um clube, e o torcedor não vai admitir muito menos do que isso.



Hoje você deve passar boa parte do seu tempo estudando; assistindo a jogos. Como é esse assistir ao futebol para um técnico da Seleção?
Você tem planilhas de observação de jogos. Logicamente, você enxerga o jogo de outra maneira: é o trabalho mesmo. Você vê sozinho, ou com sua equipe de trabalho. Nós temos softwares que permitem uma observação muito objetiva: ao toque de uma tecla, você direciona o trabalho exatamente para o aspecto que quer analisar – que tipo de lance você quer ver; um resumo daquele jogo. É muita, muita observação. O futebol caminhou para isso, e ninguém vai para o jogo sem saber exatamente o que o adversário pode fazer. Se você é um profissional dedicado, hoje não existe razão nenhuma para o desconhecimento.

O que esta experiência tem te ensinado para o futuro? No dia em que você voltar a assumir um clube, por exemplo, acha que fará algo diferente?
Logicamente, o fato de passar pela Seleção Brasileira dá ao treinador um status e um respeito maiores perante todos os jogadores, e isso é bom para a relação. Você partir do pressuposto de que você é respeitado e admirado por um grupo facilita. Ter que lidar com todas essas situações novas também vai te deixando mais experiente, mais bem preparado. Você também tem a oportunidade de estudar mais nesse período com uma seleção, porque te sobra tempo para isso, já que há menos jogos. O convívio com grandes jogadores do mundo todo, o fato de enfrenta-los, também te dá um entendimento melhor do jogo. Isso tudo faz de você um melhor técnico.

Uma vez eu ouvi de um técnico que “o grande jogador dá pouco problema”. E é verdade. Os que dão mais problemas são os outros, os que pensam que são grandes jogadores 
Mano Menezes, técnico da Seleção


Aos olhos da torcida brasileira, a Seleção já entra em qualquer Copa do Mundo com a obrigação de ganhar. Agora, em casa, essa pressão vai chegar a um nível inédito? Vai ser a maior pressão que já se viu sobre uma equipe?
Olha, eu acho essa uma questão amplamente discutida, mas que não tem tanto embasamento objetivo. O Brasil sempre esteve muito pressionado para ganhar as Copas, desde que começou a vencê-las – porque é assim para quem já venceu. Uma vez que você é campeão do mundo, o torcedor do seu país não admite menos do que você voltar a ganhar. E, no Brasil, o segundo lugar nunca foi absolutamente nada. Então, não vai mudar muito, desde que nós estejamos preparados. Você só deve temer  algo para que não se preparou. Então, independente do que se fale em volta, a Seleção Brasileira já perdeu e ganhou fora do país e perdeu a única Copa que disputou dentro de casa. E não perdeu porque a pressão era maior, mas porque tinha um amplo favoritismo, fez uma grande campanha e, quando chegou no momento final, perdeu para uma grande seleção, a do Uruguai. Você sempre perde para alguém que está melhor, ou que foi melhor do que você naquela hora. Então, o que é preciso fazer é se preparar, para estar melhor quando chegar o momento.

Antes de assumir a Seleção, você treinou o Corinthians justamente durante a chegada de um astro como o Ronaldo, que gerava tanto frenesi da mídia. Hoje você vê que ter passado por aquilo te ajudou a lidar com algumas situações na Seleção?
Aquilo me ajudou e certamente influenciou na minha estada aqui, porque as pessoas olham o seu trabalho e como você se comporta; estudam a sua capacidade de assumir uma responsabilidade como a de ser técnico da Seleção Brasileira. E o que eu aprendi muito da convivência com o Ronaldo e com outros grandes jogadores – como o Roberto Carlos, que também esteve comigo no Corinthians – é que a relação com eles é extremamente simples. Tem que ser muito transparente e objetiva. Grande jogador não gosta de “conversinha”; gosta de assunto sério. Você precisa encaminhar com eles assuntos que precisam realmente ser tratados, combinar como a postura de cada um será na relação e cumprir com esse combinado. Aí você não tem problema. Uma vez eu ouvi de um técnico que “o grande jogador dá pouco problema”. E é verdade. Os que dão mais problemas são os outros, os que pensam que são grandes jogadores. Então, é melhor ter grandes jogadores. (risos)

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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Brasil e Argentina fazem hoje superclássico. Chance para brigas por vagas em aberto na seleção

Fluminense foi o time do Rio de Janeiro que mais cedeu jogadores (3).  Botafogo cedeu dois nomes.


Os jogadores que atuam no país tem hoje (19) a chance de chamar a atenção do técnico Mano Menezes no superclássico das américas. A partida acontece às 22h, no estádio Serra Dourada, em Goiânia.

Enfrentam a argentina:

Goleiro - Jeferson (Botafogo)
Zagueiros - Dedé (Vasco) e Réver (Atlético-MG)
Laterais - Lucas Marques (Botafogo) e Fábio Santos (Corinthians)
Volantes - Paulinho (Corinthians) e Ralf (Corinthians)
Meia - Jadson (São Paulo)
Atacantes - Lucas (São Paulo), Neymar (Santos) e Luis Fabiano (São Paulo)

Mano ainda tem à disposição no banco:

Goleiro - Cássio (Corinthians)
Laterais - Carlinhos (Fluminense) e Marcos Rocha (Atlético-MG)
Zagueiros - Rhodolfo (São Paulo)
Volantes - Arouca (Santos) e Fernando (Grêmio)
Meias - Thiago Neves (Fluminense) e Bernard (Atlético-MG)
Atacante - Leandro Damião (Internacional) e Wellington Nem (Fluminense)

Do lado argentino, destaque para os jogadores que atuam no futebol brasileiro. Barcos, do Palmeiras, Martinez, do Corinthians, e Guinazu, do Internacional, devem iniciar a partida. Montillo, do Cruzeiro, será opção no banco de reservas.

Brasil x Argentina

Local: Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Data/Hora: 19/09/2012, às 22h

Árbitro: Carlos Amarilla (Paraguai)
Auxiliares: Rodney Ubaldo Aquino e Carlos Santiago Caceres (ambos do Paraguai)

Brasil: Jefferson; Lucas Marques, Dedé, Réver e Fábio Santos; Ralf, Paulinho e Jadson; Lucas, Neymar e Luis Fabiano. Técnico: Mano Menezes.

Argentina: Ustari; Vergini, Sebá Dominguez e Desábato; Peruzzi, Maxi Rodriguez, Ponzio (Braña), Guiñazu e Clemente Rodríguez; Martinez (Montillo) e Barcos. Técnico: Alejandro Sabella.

Vagas ainda em aberto na Seleção

No time esquematizado pelo técnico Mano Menezes algumas posições já parecem definidas:

Goleiro - Jeferson (Bontafogo) parece ser o titular de Mano. Cássio (Corinthians) e Rafael (Santos) brigam pela reserva.

Zagueiros - Thiago Silva (PSG), David Luiz (Chelsea), Dedé (Vasco) e Réver (Altético-MG), parecem ter assegurado as vagas. A menos que haja uma queda de rendimento de algum deles e/ou surjam novidades, não haverá mudança no quarteto.

Laterais -  Daniel Alves (Barcelona) e Marcelo (Real Madrid), são titulares absolutos. Não por acaso, são hoje os melhores em suas posições. Brigam pela reserva ainda, no lado direito, Rafael (Manchester united) que foi mal na partida decisiva das Olímpiadas. No entando o petropolitano não tem rival em melhor fase. A vaga que ainda parece estar em aberto é a de lateral esquerdo. É a chance de Fábio Santos (Corinthians) e Carlinhos do (Fluminense) mostrarem serviço.

Volantes - Sandro (Tottenham) e Ramires (Chelsea) parecem ser os nomes que formam o time titular. Romulo é outro que vem atuando com frequencia no time de Mano. A briga pela quarta vaga fica entre Arouca (Santos) Paulinho (Corinthians) e Ralf (Corinthians).

Meias - O Brasil tem atuado no 4-3-3, com apenas um meia. A vaga de titular é de OScar (Chelsea). Lucas que atua como meia, no esquema de Mano é atacante. Com a fase não tão boa de Ganso, que começou como titular na "Era Mano", a vaga para reserva de Oscar ainda está aberta. Thiago Neves (Fluminense), Jadson (São Paulo) e Bernard (Altético-MG) são fortes candidatos.

Atacantes - Os atacantes de Mano parecem estar definido pelas repetições nas convocações. Neymar (Santos) na ponta esquerda, Hulk (Zenit) que atua tanto no centro quanto na ponta direita e Lucas (São Paulo) formam a princípio o time titular. Mas parece que Mano busca ainda outro nome para ser a referência na Grande Área. Ele tentou Fred (Fluminense) no ínicio dos trabalhos na Seleção. Mas o atacante tricolor parece ter sido deixado de lado por Mano. Leandro Damião (Internacional) é o candidato mais forte para ficar com a vaga, mas ainda não é absoluto. Alexandre Pato (Milan) também não conseguiu se firmar. Por isso, Luis Fabiano, que está em grande fase no São Paulo, tem hoje uma oportunidade de ouro de voltar a ser o camisa 9 da seleção. A seu favor conta o faro de gol e a experiência. outro nome que pode ganhar vaga nesse time é o bom Wellington Nem do Fluminense. Para uma possível reserva de Neymar na ponta esquerda. 

Jogadores "paulistas" dominam lista de Mano

A seleção brasileira convocada por Mano para o superclássico parece uma seleção formada por Rio e São Paulo. Entre os convocados:

São Paulo - 10 jogadores
Rio de Janeiro - 6 jogadores
Minas gerais - 3 jogadores
Rio Grande do Sul - 2 jogadores

No time titular, que deve começar a partida de hoje,  Apenas 4 jogadores não atuam em São Paulo. Curiosamente, quase toda a defesa não é paulista. Em compensação o meio e o ataque são.

Abs,
Vinícius Ferreira





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