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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Técnico Petropolitano estreia com vitória na Copinha


O Fluminense, comandado pelo técnico petropolitano Marcelo Veiga, estreou com vitória na Copa São Paulo de Futebol Júnior, ao fazer 2 a 0 no Atlético Acreano na tarde deste domingo (6). Biro Biro, no primeiro tempo, e Gustavo Scarpa, no fim do segundo, marcaram os gols no Estádio Benitão e deixaram o time carioca na segunda colocação do Grupo S, com sede em Rio Claro. O Velo Clube ocupa a liderança depois de ter goleado por 5 a 0 o Itaúna-MG.

A próxima rodada será na quarta-feira (9). O Fluminense enfrenta o Itaúna às 19h, e o Velo Clube - os donos da casa - pega o Atlético Acreano logo antes, às 17h. As duas partidas serão no Benitão.

*Com informações Globoesporte.com

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Flu joga melhor mas perde nas falhas da defesa



Não deu para o técnico Marcelo Veiga e a garotada do Fluminense levantar a taça da Copinha de 2012, o que seria o sexto título do Flu e encerraria um jejum de 23 anos do tricolor na competição. Na partida que terminou agora à pouco no Pacaembu (SP) saiu vitorioso o Corinthians, 2 a 1 de virada, em dois lances idênticos, dois gols de escanteio em cima da falha da defesa do Flu.

O Tricolor das Laranjeiras foi melhor durante toda a partida, teve mais finalizações que a equipe paulista e finalizações mais consistentes. Mas como diz a máxima do futebol "quem não faz leva" e foi assim, principalmente com o atacante Marcos Junio do Flu que cansou de desperdiçar chances. No primeiro tempo foram cinco, três delas muito claras chances de gol.

No segundo tempo de vilão Marcos Junio ameaçou uma redenção, foi dele a jogada que terminou no gol de cabeça de Michael. O Flu parecia que derrubaria o Corinthians, parecia ter espantado a urucubaca do primeiro tempo e parecia que os gols sairiam com mais naturalidade, naturalidade que faltou no primeiro tempo, parecia...

De novo as chances desperdiçadas e dessa vez o castigo. Em lance de escanteio, a zaga do Flu falhou e sofreu o empate. A partida ficou lá e cá até os 43' do segundo tempo e as chances desperdiçadas foram a sentença do Flu. Uma nova falha na zaga e Antônio Carlos marcou para o Corinthians. O gol do título.

O time paulista soma agora oito títulos na competição. Mesmo tendo a melhor campanha não foi merecedor da vitória da partida final.

Título contra formação

É claro que a vitória da projeção, uma campanha de título amadurece, mas é importante diferenciar conquistas de formação. Títulos são importantes, sem dúvida, mas nas categorias de base, onde o foco é formar atletas o que é mais importante: título ou atletas formados prontos para o profissional? 

E nessa tecla que o técnico Marcelo Veiga vem batendo e tentando esclarecer desde o início da competição. "Minha função principal é fornecer jogadores para o profissional". Não que o técnico petropolitano seja avesso a conquistas, pelo contrário, foram 14 em 9 anos de clube, mas ele faz questão de destacar que foca na formação dos jovens.

De importante dessa competição é que o Flu apresenta alguns bons talentos, como Higor e o próprio Marcos Junio. O primeiro acredito já merecer uma chance entre os profissionais, se não agora talvez no próximo ano. Já o segundo, se ainda peca muito na finalização tem ótima movimentação, ótimo drible e é muito oportunista. Se melhorar alguns fundamentos, pode tornar-se um bom atacante.


Abs,
Vinícius Ferreira   _________________________________________________________________________________________________

sábado, 21 de janeiro de 2012

Flu de Marcelo Veiga a dois jogos do Título da Copinha

Depois e desencantar contra o Grêmio, na goleada aplicada pelos comandados de Marcelo Veiga, o time das laranjeiras que tem o petropolitano como técnico desencantou de vez e despachou, também com amplo placar o Deportivo Brasil no jogo realizado nesta sexta-feira (200 em São Carlos, válido pelas quartas de Final da Copinha. No placar um expressivo 4 a 2 e uma vaga para as semi-finais que deixam o vice-campeão brasileiro sub-20 a um jogo de mais uma final e, Marcelo Veiga, perto de entrar para história das categorias de base do Flu.

O próximo desafio será no domingo contra o Coritiba, as 10h, novamente em São Carlos.



"Desportivo começa melhor, mas Flu sai na frente

A partida começou com o Desportivo Brasil mais presente no campo de ataque. Sem conseguir entrar tocando a bola, o time buscava os chutes de longe. Logo com dois minutos, Carlinhos chutou e a bola passou à esquerda do gol. Aos oito, o meia Lucas Vilas Boas bateu escanteio fechado e Silézio teve que se esticar todo para evitar o gol olímpico. O Fluminense respondeu em seguida: Higor levantou a bola na área, Fabinho subiu mais que a zaga e testou muito perto da trave esquerda de Cleyton.

O meia Higor era quem mais levava perigo pelo lado tricolor e, em uma de suas investidas, exigiu grande defesa de Cleyton após chutar forte de fora de área. Do lado adversário, o camisa 10 Júnior também participava bem do jogo. Aos 16, arriscou da intermediária e a bola passou 'tirando tinta' da trave esquerda de Silézio.
O time paulista chegava mais e desperdiçou duas oportunidades com Luiz Phellype e Chico, que falharam na hora da finalização. O jogo ia caminhando para um empate no primeiro tempo quando o Fluminense contou com a sorte para abrir o placar. Aos 38, Higor cobrou falta na área e o goleiro Cleyton tentou afastar de soco. A bola bateu nas costas de José Júnior e entrou. Festa tricolor!
Flu volta melhor e vence com tranquilidade
Na volta do intervalo, o Desportivo Brasil saiu em busca do empate e teve uma grande oportunidade com nove minutos. Ao tentar uma defesa, o goleiro Silézio soltou a bola nos pés de Luiz Phellype. O atacante tentou bater colocado e a bola foi para fora. O castigo veio no minuto seguinte. Fernando recebeu passe de Michael dentro da área e bateu cruzado, sem chances para o goleiro Cleyton: 2 a 0.
Melhor no segundo tempo, o Fluminense logo chegou ao terceiro. Aos 26, Fabinho cruzou rasteiro da direita, a defesa cortou mal e Higor pegou de primeira. O goleiro Cleyton parecia estar na bola, mas não conseguiu fazer a defesa. Na saída de bola, o Desportivo Brasil conseguiu diminuir. José Júnior cruzou da esquerda, Chico cabeceou e a bola entrou no ângulo direito de Silézio, que não conseguiu fazer a defesa.
Atrás no placar, o lateral Carlinhos perdeu a cabeça, fez falta muito dura em Fernando e foi expulso, deixando o time de Porto Feliz com um jogador a menos. Em vantagem númerica em campo, o tricolor fez mais um. Aos 38 minutos, Fernando recebeu na área e bateu forte no ângulo de Silézio. Novamente o Desportivo Brasil conseguiu descontar na sequência. Júnior cobrou escanteio, a bola passou pela defesa, e Luiz Phellype conseguiu finalizar para as redes.
Já com a classificação praticamente assegurada, aos 42 minutos, o atacante Marcos Júnior ainda teve tempo de desperdiçar um lance inacreditável. O goleiro Cleyton saiu mal do gol e se atrapalhou. A bola sobrou para jogador tricolor, que, livre, bateu na rede pelo lado de fora."
*com informações e foto Globoesporte.com
Abs,
Vinícius Ferreira



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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Flu de Marcelo Veiga goleia o Grêmio e segue para as quartas de final

Marcos Junior (direita) comanda a vitória do tricolor carioca.


Depois de sofrer com gramados ruins e/ou encharcados, o Flu, comandado pelo petropolitano Marcelo Veiga, que havia passado no sufoco até chegar as oitavas de final, teve uma vitória expressiva e convincente diante de um forte adversário. 

Com campo em boas condições e um futebol de qualidade, goleou a tradicional equipe do Grêmio, 4 a 1 e garantiu a classificação para a próxima fase da Copinha, onde enfrentará o vencedor de Santos e Deportivo Brasil.

O grande destaque da equipe tricolor foi o atacante Marcos Junior, que anotou o primeiro gol, participou diretamente do segundo e do terceiro e infernizou a vida da zaga dos gremistas. 


Jogo começa movimentado, mas esfria
O primeiro tempo começou de maneira explosiva. Logo no primeiro minuto de jogo, o Grêmio desceu pelo meio com Calysson. Ele arriscou o chute, mas a bola acabou subindo demais. Mas a resposta veio rapidamente. No lance seguinte, o Fluminense saiu tocando de forma veloz e a bola foi lançada para Marcos Junior. A dupla de zaga gaúcha acabou dando espaço para o atacante dominar e tocar na saída do goleiro Jota para a brir o placar.
Os poucos torcedores presentes no Estádio Nicolau Alayon imaginaram que fossem presenciar um jogo altamente movimentado. No entanto, os dois primeiros minutos foram apenas um lampejo. Tanto Fluminense como Grêmio passaram a brigar muito no meio-campo e proporcionar poucas jogadas de ataque. Apesar do esforço, o Tricolor gaúcho esbarrava na marcação da zaga carioca e, em determinados momentos, em erros infantis do seu setor ofensivo.
Mas, mesmo assim, o gol de empate saiu. Em descida pela esquerda, Fabian cruzou e o zagueiro do Fluminense Léo Lelis acabou marcando contra ao desviar no contrapé do goleiro Silézio. O gol animou o jogo? Nada disso. O panorama continuou o mesmo: muitos erros de passe no meio, e os times jogando na base da vontade. Chances de gol apenas isoladas. O Flu criou três. Em duas delas, o goleiro Jota fez defesas incríveis, uma delas no último minuto do primeiro tempo.
Fluminense volta do intervalo arrasador
A etapa final também começou animada. Mas a diferença é que foi para um lado só. Enquanto o Grêmio ainda lutava para se organizar, o Fluminense foi com tudo para cima e, aos seis minutos, voltou a ficar à frente no placar. Marcos Junior arrancou pela direita, se livrou do marcador e cruzou na medida para Michael marcar de cabeça. O gol novamente expôs o posicionamento errado da zaga gaúcha.
Animado, o Flu continuou pressionando. Minutos depois, a zaga recuperou a bola e armou um contra-ataque muito veloz. Novamente Marcos Junior iniciou a jogada que terminou com Higor recebendo e tocando na saída de Jota. O volante tricolor estava ligeiramente adiantado, e o gol gerou certa reclamação por parte dos jogadores do Grêmio.
Percebendo que estava dominando o jogo principalmente em função da apatia que tomou conta do Grêmio após os gols seguidos, o técnico do Fluminense, Marcelo Veiga, mandou o time adiantar a marcação, pressionando o rival em seu campo de defesa. Foi assim que chegou ao quarto gol. Michael pressionou a saída pela esquerda e rolou para Higor, que tocou rapidamente para Ronan chutar. A bola entrou na gaveta, surpreendendo Jota. Um verdadeiro golaço que arrancou muitos aplausos da pequena torcida presente.








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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Flu de Marcelo Veiga e Bota são os únicos Cariocas que ainda seguem na Copinha



Não deu para Fla e Vasco que já abandonaram a competição, principal campeonato de futebol de categorias de base do Brasil e que já revelou nomes como o crack Kaká. Representando o futebol carioca, ainda seguem na disputa o Fluminense, do técnico Petropolitano Marcelo Veiga e que foi vice-campeão brasileiro sub-20, e o Botafogo.

Mesmo com uma derrota por 3 a 2 para o Olé Brasil, no terceiro jogo da primeira fase, o Flu que venceu os dois primeiros compromissos, terminou em segundo no grupo C (com 6 pontos), se classificou e agora encara o Bahia na segunda fase da competição.

Em outro confronto Rio-Bahia, o Bota encara outro time de Salvador, o Vitória.

Abs,
Vinícius Ferreira
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Petropolitano Marcelo Veiga comanda time do Flu na Copinha que começa dia 5


Marcelo Veiga comanda o Sub-20 do Flu na Copinha. 



O Fluminense estreia dia 5 de janeiro na Copa São Paulo de Futebol Júnior na esperança de alcançar o Corinthians (único time com mais títulos que o Flu, 6 contra 5) e de vencer novamente o torneio após 22 anos de seca na competição.

A missão de colocar o Flu no primeiro lugar do torneio fica a cargo do técnico petropolitano Marcelo Veiga, que comanda o Sub-20 do Fluminense e foi técnico em Petrópolis de times como o Petropolitano Football Club (outros devem conhecê-lo das aulas de educação física de colégios da rede particular e municipal de Petrópolis).

A esperança de gols dos comandados do professor Marcelo, reside nos pés do baixinho (não do Romário) Marcos Júnior de 18 anos. O atacante foi artilheiro do time carioca no Campeonato Brasileiro Sub-20 e, agora, encara a responsabilidade na competição que serve de vitrine para jovens mostrarem seu talento e se profissionalizarem mais rapidamente.

Para Marcelo, mesmo com o longo período sem títulos na competição, ser campeão é importante, mas não o principal. “O maior trabalho que a gente tem aqui não é somente ser campeão, mas formar jogadores para o profissional”, destacou o treinador em entrevista ao site da ESPN.


Confira o vídeo da entrevista com o técnico na matéria exibida pela ESPN.


Abs,
Vinícius Ferreira


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