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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Schumacher anuncia aposentadoria da Fórmula-1... de novo!

Schumacher anuncia novo fim de carreira.


Éhh.... melancolicamente  o maior campeão da F1 dá adeus à categoria.... de novo. Os tempos são outros e nesse esporte a evolução tem de ser constante para manter o alto rendimento. Mais do que isso, tem que ter tesão para continuar guiando um F1. E não parecia que Schumacher ainda tinha essa vontade toda de estar guiando na principal categoria do automobilismo.

Também.... o cara bateu praticamente todos os recordes que se podia bater e em alguns alcançou números que não parecem que serão batidos tão cedo. Superou (em número de vitória e títulos) os maiores gênios da categoria (vide Senna, Prost e Fangio). O que mais o multi campeão Michael Schumacher teria para fazer na F1? O que mais teria para alcançar?

Ele voltou porque a aposentadoria estava chata. Querendo ou não sentia falta da agitação dos grandes prêmios das viagens, mas não tinha motivação para querer ser o primeiro novamente. Foi batido inúmeras vezes pelo jovem companheiro de equipe Nico Rosberg, nos três anos que guiou pela Mercedez (2010-2012). Neste ano, depois de muitas críticas ainda deu mostras de que não estava "enferrujado". Só não tinha motivação. E quando essa motivação veio por meio de críticas ele ainda deu mostras do que pode fazer.

Mesmo não sendo brilhante, vem batendo o companheiro de equipe em várias corridas ao longo da temporada. Voltou a subir no pódio. Poderia continuar na categoria, se quisesse. Mas por que fazer isso?

Pensa bem? 

- O cara não tem mais o que ganhar;
- Não há vagas mais em equipes competitivas (não acredito no retorno à Ferrari);
- A Sauber tem um bom carro esse ano, mas e no ano que vem?;

Está na hora de pendurar o capacete e curtir a aposentadoria. Se não quiser se afastar de vez da F1, vira diretor técnico em algum time, empresário de piloto. Ou vai se divertir em categorias menos competitivas. 

Minha única preocupação é em relação à memória do torcedor. Que não fique a imagem desse Schumacher dos últimos três anos: afobado, atrapalhado e batido por um companheiro menos experiente. Schumacher foi um dos maiores de todos os tempos (pelo menos enquanto haviam números a serem batidos). Querem saber quem foi Schumacher? Pesquisem sobre as temporadas de 94-2004... especialmente durante os anos de 2000-2004.

Quer saber que foi Schumacher? Procure por esse cara aí da foto, nos anos de 94 à 2004.


Antes de massacrar o alemão com críticas conheçam a história de um dos maiores pilotos de todos os tempos. Em tenham um pouco de paciência com as fanfarronices de um ex-piloto que ainda queria se divertir na categoria.

Abs,
Vinícius Ferreira
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sábado, 22 de setembro de 2012

Ronaldo completa 36 anos hoje. Relembre a carreira do Fenômeno!



O nosso Ronaldo Fenômeno completa hoje 36 anos de idade. Por isso, resolvi trazer ao blog um momento nostalgia e relembrar a carreira desse, que pra mim, foi um dos melhores jogadores que vi em campo.

Retrospectiva Ronaldo

Começo da carreira em 1993 pelo Cruzeiro, 14 jogos 12 gols
A carreira do menino que virou fenômeno começou cedo. Aos 17 anos, Ronaldo já era profissional e titular do Cruzeiro (os primeiros passos foram no pequeno São Cristóvão no Rio, além claro das ladeiras de Bento Ribeiro, que lhe renderam as arrancadas que o consagraram). No clube mineiro, chamou a atenção do técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira e integrou o time campeão da Copa do Mundo de 1994, mas sem chegar a entrar em campo na competição. 

No PSV em um ano pelo clube o Fenômeno disse "Olá" a
 Europa: Foram 33 jogos e 30 gols
No mesmo ano, foi para o PSV, da Holanda, e continuou a se destacar pelos gols em profusão. Na estreia pelo campeonato holandês marcou 30 gols e chamou a atenção do todo poderoso Barcelona. Em 1996, logo após ganhar o bronze na Olimpíada de Atlanta, Ronaldo foi para o Barcelona. Na Espanha, ganhou o apelido de Fenômeno, pelo qual ficaria consagrado. Ronaldo passou a ser adorado pelo mundo e a protagonizar lances inacreditáveis e claro a marcar gols e mais gols. No Barça foram 34 gols em 37 jogos. No mesmo ano foi eleito pela Fifa o melhor jogador do mundo.

Ronaldo brilha no Barcelona, vira "Fenômeno" e melhor do mundo.


Ronaldo foi eleito 3 vezes o melhor
do mundo.
Mesmo ídolo da torcida, desentendeu-se com diretores do clube catalão e foi, em 1997, para a Internazionale, da Itália. Teve um começo avassalador no time italiano e conquistou a Copa da Uefa em 1998. Desempenho que lhe rendeu novamente o posto de melhor do mundo.

Na Copa do Mundo da França naquele ano até foi bem, mas ficou marcado por ter sofrido uma convulsão horas antes da final. Abatida, a seleção brasileira perdeu por 3 a 0. Daí em diante a trajetória de Ronaldo balançou. A ascenção meteórica sofreu um golpe pesado.

Em 2000, pela Internazionale, sofreu uma de suas graves contusões no joelho. E ficou quase dois anos sem poder jogar regularmente. Isso poderia ter decretado o fim precoce da carreira do Fenômeno, que conseguiu da a volta por cima e com estilo.

Lesão grave quase encerrou a carreira do Fenômeno que ficou praticamente dois anos parado

Ronaldo foi artilheiro em 2002
com 8 gols
Título e volta por cima na Copa de 2002

Aposta do técnico Luiz Felipe Scolari (o Felipão) para a Copa do Mundo de 2002, brilhou no torneio e foi o artilheiro com oito gols, incluindo os dois da final contra a Alemanha. No mesmo ano, logo após a Copa da Coreia e do Japão se transferiu para o Real Madrid e foi atuar ao lado de Zidane e Figo. Pela terceira vez foi eleito o melhor jogador do mundo.


Pelo Clube Merengue conquistou o Mundial de Clubes naquele mesmo ano (2002). Foi ainda no Real que o problema de peso começou a surgir. 

Ronaldo fez parte do time galático do Real Madrid


Em 2006, foi para a sua quarta Copa do Mundo, muito mais forte fisicamente mas visilvemente acima do peso que seria considerado ideal. Ainda assim, Ronaldo não ganhou o apelido de Fenômeno atoa. Mesmo fora de forma, marcou três gols e se tornou o maior artilheiro da história das Copas, com 15 gols. 



Em 2007, deixou o Real e foi para o Milan, mas pouco jogou. Para piorar, sofreu outra grave contusão no joelho em fevereiro de 2008 e ficou mais de um ano sem jogar.

No fim daquele ano, ainda em recuperação, foi para o Corinthians. Teve um 2009 muito bom e foi decisivo nas conquistas do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil. Em 2010, não repetiu o bom desempenho e jogou pouco. Em quantidade e intensidade. Por fim, decidiu encerrar a carreira. A vontade era jogar para sempre, mas o corpo não quis. 




Abs,
Vinícius Ferreira

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