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sábado, 22 de setembro de 2012

'Dona' da Seleção Brasileira está sob suspeita de corrupção

Mohamed Bin Hammam teria tentado comprar votos quando disputou a eleição da Fifa



Você sabia que a seleção brasileira tem 'dono'? Tem e a empresa saudita que tem (até 2022) direito de explorar os direitos sobre a seleção brasileira passou por uma auditoria e agora está no centro de um escândalo financeiro.

A ISE é suspeita de ter pago US$ 14 milhões (cerca de R$ 30 milhões) - em uma operação de lavagem de dinheiro - a Mohamed Bin Hammam (ex-candidato à presidência da Fifa, que foi suspenso do futebol por denúncias de que tentou comprar votos).


Quatro meses antes de deixar a CBF, em março, Ricardo Teixeira fechou um acordo com a ISE dando direitos para que ela organizasse e administrasse jogos da seleção por dez anos. Mas o que chama a atenção é o fato de que o acordo de 2012 é 15% inferior ao de 2006. Por jogo, a CBF receberia 1 milhão de dólares. Em 2006, recebia 1,15 milhão. Bin Hammam, do Catar, teve o apoio de Ricardo Teixeira na votação para a Fifa e, nos últimos anos, a relação entre os dois ganhou novas dimensões.

O Brasil disputou jogos no Catar e Teixeira ainda votou pelo país árabe para sediar a Copa de 2022. Hammam era ainda o presidente da Confederação Asiática de Futebol e foi justamente uma auditoria realizada há poucos meses na entidade que revelou as transferências suspeitas entre a ISE e o cartola. A auditoria foi preparada pela PriceWaterhouse Coopers (PwC) que constatou que 2 milhões de dólares pagos pela ISE em 2008 foram para o uso pessoal de Bin Hammam. Além disso, a empresa Al Baraka Investment - empresa relacionada à ISE - pagou mais 12 milhões de dólares a Hammam. A suspeita foi motivada pelo fato de o dinheiro transferido entre essas empresas e Bin Hammam passou justamente pelas contas da Confederação Asiática. A auditoria diz que a entidade foi usada "como um veículo para lavar recursos" e que esses recursos "foram creditados ao ex-presidente para um uso indevido".

Informações: Agência Estado



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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Nome do mascote da Copa em votação: Gostou das alternativas?



A Fifa divulgou, neste domingo (16), quais as opções de nomes para batizar o mascote tatu-bola da Copa do Mundo de 2014. Quando vazou a imagem do mascote, o nome parecia natural e bom por si só "Tatu-Bola". O nome do animal já era suficientemente bom para o mascote. Ao menos pensei que seria uma opção a ser votada, mas nem isso. Confira aí as opções:

No site oficial da entidade, o internauta pode escolher entre "Amijubi", "Fuleco" e "Zuzeco".

Qual o problema com "Tatu Bola"? Alguém gostou das opções?

O que significam?




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terça-feira, 28 de agosto de 2012

CBF anuncia a criação de Copa do Brasil Sub-20




O presidente da Confederação Brasileira  de Futebol (CBF), José Maria Marin, anunciou a criação de uma competição para o calendário brasileiro. O novo torneio é a Copa do Brasil Sub-20, que será voltada para as categorias de base dos times nacionais.
A Copa do Brasil Sub-20 já terá a primeira edição neste ano, entre os meses de outubro e dezembro. Com 32 equipes na disputa, estima-se que aproximadamente mil jogadores participem da competição. A intenção, com o novo torneio, é dar mais espaço às revelações e também às observações da comissão técnica brasileira.
"Fico muito feliz de poder realizar esta competição, que será um marco na revelação de talentos no Brasil. Veremos cada vez mais jogadores como Oscar e Lucas, por exemplo, só para citar esses dois, que vieram da base de seus clubes para as Seleções de base e depois principal", afirmou Marin.
Antes da criação da Copa do Brasil Sub-20, os clubes nacionais tinham como principais torneios para os jovens atletas a Taça São Paulo de Futebol Júnior, disputada em janeiro, a Taça BH e o Campeonato Brasileiro Sub-20.
Fonte: Folha


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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

CBF descarta técnico estrangeiro no comando do Brasil




O sucesso de técnicos estrangeiros como o espanhol Pepe Guardiola, que transformou o Barcelona num dos maiores times da história, e o português José Mourinho, que comandou estrelas internacionais no Chelsea e Real Madrid, é motivo de admiração dos dirigentes brasileiros, mas não a ponto de cogitá-los para comandar o Brasil na campanha da Copa do Mundo de 2014.

Depois da perda do ouro olímpico em Londres na decisão com o México, surgiram cobranças sobre o técnico Mano Menezes e debates sobre a preparação do Brasil para o Mundial que será realizada no país.

O futuro do treinador também foi questionado e surgiram nomes de potenciais substitutos, como Luiz Felipe Scolari e Muricy Ramalho.

O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, disse à Reuters que a ideia de um técnico estrangeiro está descartada.

"Vou ser muito franco: temos muitos bons técnicos aqui no Brasil e acho muito difícil um estrangeiro... para ser sincero é praticamente impossível na minha gestão", afirmou ele, que assumiu o comando da CBF este ano e fica no cargo pelo menos até 2015.

"Conquistamos os cinco títulos com os nossos e eu ainda confio plenamente nos nossos. O Guardiola é um ótimo técnico", acrescentou.

Marin cogita, no entanto, um maior intercâmbio entre os técnicos nacionais e dos treinadores brasileiros com estrangeiros. "Sou favorável a isso, um intercâmbio, trocar ideias", afirmou.

"Pretendo, por exemplo, fazer um encontro, um seminário para trocar ideias como (Carlos Alberto) Parreira, (Paulo) Autuori e outros para mostrar suas experiências à frente da seleção", disse o presidente da CBF. O brasileiro Autuori treinou a seleção peruana.

A troca de experiências com técnicos que vêm fazendo sucesso no exterior é vista com bons olhos pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo. Embora tenha uma posição nacionalista e aposte ainda nos brasileiros conduzindo a seleção nacional, ele acredita que treinadores estrangeiros têm muito a ensinar aos brasileiros em termos de tática e estratégia, marcas de Mourinho e Guardiola.

"Não sei se o problema está aí em buscar um técnico estrangeiro, mas devemos aprender com Mourinho e Guardiola e observar como montam seus times e suas estratégias", declarou o ministro.

"Temos bons treinadores, inclusive o da seleção brasileira. Ele é bom, competente e dedicado", completou.

Fonte: Reuters

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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Pep Guardiola no lugar de Mano na Seleção? É o que diz a imprensa espanhola

Pep Guardiola foi o treinador da fase mais vitoriosa do time do Barcelona.


Depois do mau resultado na Copa América e da não conquista da medalha de ouro nas Olimpíadas, tendo em vista a aproximação da Copa das Confederações (2013) e da Copa do Mundo (2014) o cargo de Mano Menezes começa a dar indícios de ficar vago, mesmo com as negativas do atual presidente da CBF. O provável substituto, pelo menos de acordo com a imprensa espanhola, é o ex-comandante do Barcelona mais vitorioso de todos os tempos, Pep Guardiola.
Essa é a segunda vez que a imprensa espanhola ventila a notícia, a primeira foi logo após o técnico deixar o time catalão. E, mais uma vez a notícia foi negada pelo agente do técnico
- Nunca recebi nenhum contato da CBF. Tenho conversado frequentemente com Pep e ele me deu instruções de não negociar com ninguém para contratá-lo. Ele vive em Nova York e está feliz lá, com esposa e os filhos, já matriculados na escola. Desminto tudo isso - afirmou Josep Maria Orobitg.
Lembrando que Pep Guardiola saiu do Barcelona em busca de um longo período de férias. O que não será permanente. A simples presença de Pep em um país tem sido motivo para ventilar notícias de que ele vá treinar um time local. Em relação à Seleção Brasileira, o agente acha pouco provável que seja este o destino do treinador.
- É difícil falar de futuro. Mas não creio que Pep assumiria o Brasil ou outra seleção nacional. Ele gosta muito do futebol europeu, especialmente dos clubes - completou Orobitg, confirmando que o treinador foi procurado pela Confederação Russa, logo após a Eurocopa.
Apesar da negativa, o agente de Pep encerrou a entrevista enigmático
- Acho que você vai me ligar mais vezes sobre esse assunto (sobre a especulação de Pep na Seleção Brasileira) - disse.

Técnicos estrangeiros na Seleção Brasileira
Se Pep Guardiola vier, num futuro próximo, a assumir a seleção brasileira não será a primeira vez na história que o Brasil será comandado por um não brasileiro. As únicas duas ocasiões em que ocorreu foram nos anos de 1944 e 1965.
Foram curtas as passagens e ambas por estrangeiros que já haviam treinado clubes brasileiros. Em 1944, Jorge Gomes de Lima, conhecido por Joreca, comandou a seleção brasileira em apenas em dois jogos, duas vitórias sobre o Uruguai (por seis a um e quatro a zero). O treinador português, nascido em 7 de Janeiro de 1904 em Lisboa (e que faleceu em 5 de Dezembro de 1949, em São Paulo) se destacou como técnico do São Paulo Futebol Clube.
Em Ganhou pelo tricolor do Morumbi três títulos paulistas o já citado de 1943, o de 1945, onde só teve uma única derrota, e o de 1946, em que liderou uma equipa invicta, ficou neste clube até 1947.
Em 1944 dirigiu fugazmente (apenas por dois jogos) e conjuntamente com Flávio Costa a Seleção Brasileira de Futebol.
Filpo Nuñes foi técnico do Palmeiras.
A outra presença estrangeira no comando da seleção brasileira foi em 1965. Nélson Ernesto Filpo Núñez (nascido em Buenos Aires, Argentina, 19 de agosto de 1920 — e que faleceu em São Paulo, 6 de março de 1999), ou simplesmente Filpo Núñez, foi um treinador argentino com importante passagem pelo futebol brasileiro. Apelidado de "El Bandoneón", entrou para a história como o treinador-símbolo da "Academia", como foi chamada a Sociedade Esportiva Palmeiras nos Anos 60. Foi o técnico da equipe quando o Palmeiras, vestindo a camisa da Seleção Brasileira, venceu a Seleção do Uruguai por 3 a 0.




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