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sábado, 28 de janeiro de 2017

É ou não Mundial?

O Fluminense foi vencedor invicto da Copa Rio de 52, campeonato tratado pela imprensa da época com peso de mundial e reconhecido pela FIFA em 2014.

Volta e meia a discussão é requentada: "É ou não é mundial"? O assunto, se os títulos não organizados pela Fifa, eram campeonatos com valor de Mundial. Chamar ou não de "Mundial", não tira o peso, a importância e a representatividade dos títulos.

Flamengo venceu Liverpool, campeão Europeu, por 3 x 0.
Em 1981, o Flamengo vence a Libertadores e o Liverpool, campeão Europeu. Diferente de hoje, à época os times dos demais continentes eram tão fracos, que sequer eram considerados para um disputa de título mundial. É só tirar a Copa do Mundo como exemplo. Quem além de europeus e sulamericanos foi campeão? O mesmo vale para o Grêmio em 83, São Paulo vencendo o Barcelona nos anos 90. Para quem viveu esses campeonatos intercontinentais (Europa vs América do Sul), era o tira-teima entre duas escolas de futebol (sulamericana e européia). Logo, o confronto que tinha peso de mundial.

Fluminense campeão invicto em 52.
Vou além. Em 1951 e 1952 aconteceu a Copa Rio. Tinha também na época peso de campeonato mundial entre os clubes. Não interessa se o formato era diferente dos atuais, em que se credenciam os campeões continentais. Clubes de destaque por suas campanhas eram convidados para participar. O palmeiras venceu em 51 e o Fluminense campeão invicto em 52. São campeões mundiais, independente do reconhecimento da FIFA.

Aliás, reconhecimento é algo transitório, até porque (em 2014) o Joseph Blatter, então presidente da FIFA, chancelou a Copa Rio. Na época, o Ministério dos Esportes do Brasil recebeu um documento oficial da FIFA reconhecendo a Copa Rio. Agora a FIFA diz que não era Mundial?

Bobagem é o torcedor desmerecer títulos, porque o formato era diferente. Discutir formato é uma questão justa, para avaliar e propor mudanças que deixem a competição mais interessante. Agora tirar o valor da representatividade do título, por que o formato era diferente? Me desculpa, mas é uma imensa bobagem. Se fosse o caso, a partir de 2026, com a Copa do Mundo passando a ter 48 times, as edições anteriores serão ignoradas?

Formato por formato, o "Mundial" de 2000, não era muito diferente da Copa Rio.
Mais um argumento. Mesmo a FIFA não considerando "Mundias" os campeonatos que ela diretamente não organizou, quem organizou os demais "mundiais"? Comembol? Uefa? A quem pertencem ou respondem essas instituições? FIFA? Então....

Att,

Vinícius Ferreira

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Adhemar acerta com o Serrano e volta aos gramados após seis anos aposentado

Adhemar foi o maior jogador da história do São Caetano, clube com o qual teve projeção nacional e internacional.





O maior jogador da história do São Caetano, Adhemar, vice-campeão brasileiro em 2000 e campeão das séries C e B pelo "Azulão", vice-campeão da Libertadores da América no ano de 2001, voltará a vestir a camisa azul em 2012. Desta vez o azul é da camisa do Leão da Serra.



Segundo meu amigo e jornalista Roberto Marcio, da redação do jornal da Tribuna de Petrópolis, que falou com a diretoria do Serrano e com o jogador na noite de ontem (16), está confirmada a contratação do atacante, que será apresentado pelo clube no dia 4 de março, no estádio Atílio Marotti. 

Adhemar foi o maior artilheiro do São Caetano, com 68 gols. Ele se destacou no cenário nacional pelo clube paulista na disputa da Copa João Havelange em 2000 (o Campeonato Brasileiro, que mudou de nome excepcionalmente naquele ano), quando o São Caetano estreou na primeira divisão e fez a final com o Vasco, na época em que o campeonato ainda não tinha o formato de pontos corridos. No ano seguinte, disputou a libertadores pelo Azulão, chegando à final da maior competição das Américas.




O atacante também teve passagem pelo Futebol Europeu, vestindo a camisa do Stuttgart da Alemanha.




Ele ainda teve uma passagem pelo futebol alemão. Entre as temporadas de 2001/2002 atuou pelo Stuttgart. Lá se tornou ídolo, mas não permaneceu muito tempo fora do país. Em 2002 retornou para o São Caetano, onde permaneceu por duas temporadas. Em 2004, ele foi jogar no futebol coreano, atuando pelo Seongnam. No seguinte, foi para o Futebol Japonês (Yokohama), e em 2006 retornou para o São Caetano, onde encerrou a carreira, aos 34 anos.

O atacante é conhecido pelo seu potente chute de esquerda (comparado ao chute de Roberto Carlos) e pela qualidade na bola parada. Começou como ala esquerdo, virou meia e depois se tornou atacante.

Aposentado, Adhemar chegou a ser comentarista no canal Band Sports.





















Recentemente, Adhemar era comentarista do Canal Band Sports e viu seu nome vinculado ao do Serrano pela mídia baseado nas declarações vindas da diretoria do clube de Petrópolis. Pego de surpresa, o atacante admitiu não conhecer o clube, mas disposto a ouvir uma proposta. E ela veio.

Perto de completar 40 anos, Adhemar tem alguns importantes desafios pela frente. Além da idade (avançada para um jogador de futebol), ele retorna após seis anos de aposentadoria, terá de buscar a forma ideal e driblar a idade. 

Raio X de Adhemar

Nome: Adhemar Ferreira de Camargo Neto
Nascimento: 27 de Abril de 1972
Natural de: Tatuí, São Paulo
Altura: 1,65
Peso: 60kg (médio, antes da aposentadoria)

Clubes:

- Estrela (1993-1994)
- São José (1994)
- Estrela (1995)
- São Bento (1995-1996)
- São Caetano (1997-2001)
- Stuttgart (2001-2002)
- São Caetano (2002-2004)
- Seongnam (2004)
- Yokohama (2005)
- São Caetano (2006)

Abs,
Vinícius Ferreira
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Confira as chances de Corinthians, Vasco e Flu na briga pelo BR 2011




Por alguns instantes a dupla carioca (Vasco e Flu) viu o título se aproximar, mas uma virada, com toque de craque de Adriano, colocou o Corinthians de novo na ponta e agora com uma das mãos na taça. A vitória sobre o Atlético-MG (este quase sem chances de ser rebaixado e que dormiu, enrolou depois que fez o gol) deixou o Corinthians com chances de conquistar o título do Brasileirão já no próximo domingo, com uma rodada de antecedência. 

Para garantir a taça, o time do técnico Tite precisará vencer o Figueirense, em Florianópolis, e torcer para o Vasco não ganhar do Fluminense, no Engenhão. Neste caso, o Corinthians chegaria a 70 pontos, enquanto o Vasco, se empatar com o Flu, iria a 66 pontos e não teria mais condições de alcançar os paulistas. 

Se o time cruzmaltino vencer o clássico com o time tricolor, no entanto, irá a 68 pontos, e a definição do título ficaria para a última rodada, no dia 4 de dezembro. Nela, o Corinthians vai encarar o Palmeiras, enquanto o Vasco enfrentará o Flamengo.

O Fluminense também pode chegar no último jogo sonhando com a taça, mas as possibilidades são pequenas. Para isso, o time tem que bater o Vasco, e o Corinthians perder para o Figueirense. Assim, somaria 65 pontos, mesmo número dos cruzmaltinos, e ficaria a dois dos paulistas.

Fred e companhia, então, precisariam novamente vencer, desta vez o Botafogo, e torcer para o Corinthians perder ou empatar com o Palmeiras. Na segunda hipótese, os pontos seriam os mesmos, 68, mas com os cariocas tendo a vantagem de ter chegado a 22 vitórias contra 20 dos paulistas.

(Fonte: ESPN)


Abs,
Vinícius Ferreira
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